Especialista da Equatorial Goiás alerta para cuidados que podem ajudar a reduzir a conta de luz durante o período de estiagem e que já devem ser colocados em prática a partir de agora
Com a chegada do período de
estiagem em Goiás e o aumento das temperaturas, o uso do ar-condicionado tende
a se intensificar em residências e empresas. O que muitos consumidores
desconhecem é que uma medida simples, feita antes do pico do calor, pode fazer
diferença tanto no conforto quanto no bolso: a limpeza preventiva dos
aparelhos. É o que alerta o executivo de Faturamento e Leitura da Equatorial
Goiás, Marcos Aurélio da Silva.
“Quando os filtros, as
serpentinas ou as turbinas estão cobertos de poeira, o fluxo de ar é
severamente bloqueado. A sujeira impede o funcionamento eficiente do aparelho,
fazendo o motor trabalhar mais e consumir mais energia”, explica. Marcos
Aurélio pontua ainda que, além do aumento no consumo, a poeira acumulada também
reduz a capacidade de refrigeração do aparelho. “Em muitos casos, o consumidor
percebe que o ambiente demora mais tempo para ficar gelado, mesmo mantendo o
equipamento ligado continuamente”.
Estudos do setor de climatização
e dados da concessionária de energia apontam que um ar-condicionado operando
sem manutenção ou com filtros muito sujos pode consumir entre 20% e 50% a mais
de energia elétrica para entregar a mesma capacidade de refrigeração de um
aparelho limpo.
De acordo o especialista da
concessionária, em Goiás, entre os meses de maio e julho é o melhor momento
possível para realizar a manutenção dos aparelhos “O ideal é que o consumidor
faça essa limpeza antes da intensificação do calor e da estiagem. Com a manutenção
em dia, o aparelho funciona de forma mais eficiente e econômica justamente no
momento em que será mais exigido”, destaca Silva.
Marcos Aurélio chama atenção para
os sinais que o equipamento dá, indicando que precisa de manutenção:
* Demora para gelar;
* Cheiro de mofo;
* Vazamento de água;
* Ruídos estranhos;
* Aumento inesperado da conta de
energia sem mudança no uso.
Faz bem para o seu bolso
O especialista em Faturamento da
companhia faz outros alertas aos consumidores que querem garantir o máximo de
economia no fim do mês, alinhando os bons hábitos de consumo em casa e no
escritório. Marcos Aurélio explica que usar aparelhos em temperaturas muito
baixas aumenta significativamente o consumo de energia. “Quando você ajusta o
controle para temperaturas como 17°C ou 18°C, isso faz com que o compressor
opere em carga máxima sem parar, já que, em climas quentes, as características
térmicas do ambiente raramente permitem estabilizar uma temperatura tão baixa.
Cada grau que você reduz pode aumentar o consumo de energia em cerca de 7% a
10%. O equilíbrio perfeito entre conforto térmico e economia de energia fica
entre 23°C e 24°C (recomendado inclusive pela Anvisa). Essa faixa atende
perfeitamente ao metabolismo humano em repouso e evita sobrecarregar o motor do
aparelho”, pontua.
Um ar-condicionado do tipo split,
com potência entre 10.001 e 15.000 BTUs, gasta aproximadamente R$ 222,79 ao
mês, operando 8 horas diárias e em condições normais de temperatura. Nos
períodos de calor extremo esse consumo pode facilmente dobrar, por isso o seu
uso requer atenção. Uma alternativa mais econômica é o ventilador de teto, que
gasta cerca de R$ 20,14 mensais pelas mesmas 8 horas de uso, um custo 11 vezes
menor do que o do ar-condicionado.
Além da manutenção preventiva,
algumas atitudes simples ajudam a economizar energia durante o uso do
ar-condicionado:
* Mantenha portas e janelas
fechadas;
* Evite usar o aparelho com
temperaturas muito baixas, a temperatura ideal é 23°C ou mais;
* Mantenha os filtros de ar
limpos;
* Opte por modelos mais
econômicos, com selo Procel de eficiência energética classe A;
* Evite a entrada de sol no
ambiente refrigerado e mantenha a unidade externa do aparelho em local bem
ventilado;
Escolha um aparelho com potência
adequada ao tamanho do ambiente;
Sobre a Equatorial Goiás
A Equatorial Goiás é uma empresa
pertencente ao Grupo Equatorial, uma holding brasileira do setor de utilities,
sendo o 3º maior grupo de distribuição de energia do País, com sete
concessionárias que atendem mais de 56 milhões de pessoas. Somente em Goiás,
são cerca de 3,8 milhões de unidades consumidoras, localizadas em 237
municípios do Estado e abrangendo 98,7% do território estadual, com cobertura
de uma área de 336.871 km².

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