O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) e presidente do Sindicato das Indústrias de Curtume e Correlatos do Estado de Goiás (SindCurtume), Emílio Bittar, participou, nesta terça-feira (17), da Caravana do Agro Exportador, na sede da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), em Goiânia.
O evento reuniu representantes do governo, produtores e entidades do setor produtivo para discutir exportações, acesso a mercados internacionais, exigências sanitárias e competitividade da agroindústria.
Segundo Emílio, a atuação da Fieg está voltada à integração entre produção, processamento e mercado externo. “Temos qualidade, sanidade e capacidade produtiva. O desafio é avançar no acesso aos mercados e garantir condições mais equilibradas de competitividade”, afirmou.
O encontro também destacou o desempenho da pecuária brasileira, com mais de 9 milhões de toneladas exportadas em 2025, e a participação de Goiás, que embarcou cerca de 713 mil toneladas, com receita superior a US$ 2 bilhões.
Participaram ainda o secretário da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa), Pedro Leonardo Rezende, o superintendente do Mapa em Goiás, José Eduardo de França, o presidente do Conselho da Associação Pró-Desenvolvimento Industrial do Estado de Goiás (Adial GO), Zé Garrote, o diretor institucional Eduardo Alves e o presidente do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivado no Estado de Goiás (Sindicarne), Leandro Stival.
Mercados e entraves regulatórios
À tarde, Emílio participou da mesa-redonda “Conectando Goiás ao Mundo”, sobre exportação, sanidade, rastreabilidade, logística e competitividade. O painel reuniu o presidente fundador da São Salvador Alimentos, José Garrote; a coordenadora-geral do Mapa, Fabiana Maldonado; o vice-presidente da Fieg, Emílio Bittar; o especialista técnico do Senar Goiás, Kleber Sales Ramos; o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos; e o presidente da Adial, Edivaldo Portilho (Tchequinho). A mediação foi do secretário Pedro Leonardo Rezende.
Durante o debate, Emílio destacou que o setor produtivo brasileiro enfrenta exigências internacionais que nem sempre seguem os mesmos padrões adotados por outros países. “Avançamos muito em qualidade e sanidade, mas ainda há distorções nas exigências impostas ao Brasil, que impactam diretamente a competitividade”, afirmou.

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